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Mumemo, o bairro onde vive a Berta

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Esta é a vista do bairro onde vive a Berta, em Mumemo, a cerca de 30 km de Maputo. As cheias que, em 2001 e 2002, afectaram Moçambique deixaram sem casa centenas de famílias, que procuraram abrigo no convento das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição. Estas não apenas as socorreram na altura, acolhendo os desalojados nas suas instalações, como foram muito mais longe, tendo criado um projecto ambicioso que se vem a desenvolver desde 2002 e deu origem a este Bairro 4 de Outubro. Aí vivem hoje cerca de 10 000 pessoas, que dispõem de apoio médico, creche, escola, um mercado onde podem encontrar víveres e vestuário, assim como um centro social e um centro de formação profissional.

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Podem conhecer a história deste projecto de forte dinâmica no seu próprio site. http://mumemo.100free.com/. É possível encontrar também testemunhos a respeito de Mumemo na página da Caritas Moçambicana http://www.caritasmoz.co.mz/projectodomes.htm e no site da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, onde um pediatra que ali foi voluntário dá a conhecer a sua experiência http://www.nortemedico.pt/noticias/?file=noticias_txt&cod=18961.
O Proximizade irá publicar um historial sobre Mumemo, escrito pela própria dinamizadora do projecto.

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Ser padrinho de uma das crianças de Mumemo significa contribuir com 130 euros anuais (dedutíveis no IRS), durante 5 anos, para custear os seus estudos e a alimentação. Várias pessoas se podem agrupar para, em conjunto, apadrinhar uma criança (podendo contar com o Proximizade para a criação e apoio desses grupos).
Os procedimentos necessários estão indicados aqui
http://mumemo.100free.com/apadrinhar.html . A entidade encarregada de todo o processo é a APOIAR, uma ONG portuguesa cuja acção não se esgota no projecto de Mumemo, como se pode verificar através do seu site e como será dado a conhecer em ocasião oportuna no Proximizade.

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Fotos e gravura: APOIAR


Comments

É uma realidade muito triste mas não podemos fechar os olhos e simplesmente fazer de contas que não existe. É isto mesmo, é necessário mostrar, pois há os que precisam ver com os próprios olhos para sensibilizarem-se e outros que nem vendo mudam algo no seu coração!
Estarei fazendo o possível para divulgar esta causa de amor a vida!
Bom dia!

vou passar a visitá-los assiduamente. divulgarei o blog. gosto do que fazem. um abraço. bom trabalho.

não deiaxa de ser uma pequena areia no deserto... sendo uma iniciativa relacionada com a igreja, gostava de saber se seguem a apologia do não uso do preservativo.

Esta é uma iniciativa que dá outro sentido à actividade do blogger. Jé estão linkados com destaque no meu blog. Gsotava de saber o que é possível fazer para ajudar. Um abraço

Que iniciativa tão interessante! Gostei de tomar conhecimento e já pus um link com destaque no nosso blog. Beijinhos

Nem mais, Claudia. Divulgar e intervir. Sem demora.

Os nossos braços estarão sempre abertos para acolher quem visita este pedaço de esperança, Marujo.

Não vais acreditar, Porti, mas não temos qualquer ligação a alguma Igreja. Eu, que te respondo, sou agnóstico e teria todo o gosto em responder à tua pergunta. Mas não posso, neste espaço, pois a nossa missão é ajudar os que precisam de apoio concreto e não os que buscam respostas a questões interessantes como a tua.
Quanto ao grão de areia no deserto, agradecemos-te a elogiosa analogia: já viste bem o tamanho que os desertos conseguem atingir, grão a grão? :)

Lique: podes contactar-nos via email? (proximizade at gmail.com)

Obrigado, Água Quente, pelas palavras amigas.

É incrível como as fotografias e os mapas nos "apromimizam" de todas aquelas crianças, e daquela realidade. E depois o Proximizade, que nos faz "aproximizar" de cada uma em particular. Já sabes quem é a próxima Berta?

Boa pergunta, Alchemist. Até porque não vão as pessoas pensar que a Berta será afilhada única do Proximizade... ;)

Causas de amor...
causas dum mundo tantas vezes tão mal tratado,
Estarei por aqui...sempre,de olhos bem atentos,
pés na terra e um enorme abraço por tão bonita luta!

Parabens! estou feliz com este blog

Excelente iniciativa! Parabéns!

Excelente iniciativa! Parabéns!

optima iniciativa. eu não tenho um blog, por enquanto.por isso, pouco poderei publicitar.
Mas interessa-me agir de imediato.Assim, digam-me o que devo fazer para apadrinhar a Berta ou a proxima criança desta iniciativa? que devo fazer de concreto!!!

Uma excelente iniciativa! Um aproveitamento fantástico da blogosfera!
Muitos, muitos parabéns e que a causa seja vencedora.
Estarei presente aqui convosco.
Abraço fraterno.

A luta também é tua, A.. Este é apenas mais um mecanismo ao teu alcance para a disputar.

Ainda bem que ficaste feliz, Tersio. Agora tenta também ficar com vontade de fazeres algo que permita converteres essa felicidade em acção directa para a partilhar. ;)

Obrigado, Bion! Duas vezes! :)

Iniciativa de louvar. Já os linquei no meu blog. O que é necessário fazer?

Wind: é necessário propor posts bem esgalhados acerca de questões humanitárias, referenciar instituições que mereçam maior projecção pelo mérito do seu trabalho, avançar com sugestões para iniciativas que este espeço possa albergar e por em prática, apoiar financeiramente as organizações por nós referenciadas...
O nosso email é um mar de possibilidades. :)

"espeço" = espaço...

Joca: estamos a contactar diversas organizações nesse sentido. A Berta já tem padrinhos, mas imensas crianças ainda não têm essa sorte...
Se nos contactares (para ficarmos com um email válido para a nossa resposta e podermos confirmar o teu interesse), teremos todo o gosto em enviar-te instruções que te facilitem o processo.
Conta connosco.

Sandra: a blogosfera é um meio excelente para intervir e não faltam bons exemplos. É só querermos dar-lhe a utilidade que a justifica: comunicar ideias e emoções.

Olá!
Apoio esta iniciativa porque sei de muitas Bertas com Mumenos que eu conheço. Uma delas a meu lado como vizinha, onde a ajuda que lhe prestam pela Assistência Social nunca é suficiente. Particularmente, tenho-me empenhado. Não só devido ao facto de tentar ser solidário com casos assim - porque eu próprio não vivo desafogado - mas porque não perco nunca os valores da solidariedade com que devemos prestar ao próximo.
Por isso, se fizermos todos um bocadinho, nunca me hei-de arrepender de tentar fazer a minha parte. Nem que seja a parte maior.

Estarei por aqui!

Obrigado pelo teu testemunho, Eduardo, e por partilhares connosco a vontade de fazer a diferença.
Contamos contigo por cá. E se algum dia quiseres arriscar um post acerca dessa experiência pessoal que nos resumes, propõe-nos a sua publicação através do proximizade at gmail.com.

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