Olhar para dentro também

Vale a pena conhecer ESTE espaço e descobrir o que ainda falta e é possível fazer aquém fronteiras.
E como fazê-lo.

Vale a pena conhecer ESTE espaço e descobrir o que ainda falta e é possível fazer aquém fronteiras.
E como fazê-lo.
Descubra AQUI como.
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São cerca de oitenta países que reúnem apoiantes da campanha Control Arms, uma iniciativa destinada a pressionar os líderes mundiais para a assinatura de um Tratado Internacional para o Comércio de Armas.
No passado dia 9, junto ao Pavilhão Atlântico, muitos deram a cara por esta causa, entre os quais algumas figuras conhecidas da opinião pública.
A campanha continua. E para todos(as) quantos(as) não puderam aproveitar a oportunidade para participarem numa iniciativa que visa, fundamentalmente, evitar que o mundo se transforme num gigantesco faroeste, existe o site oficial da campanha onde se pode facilmente acrescentar mais um rosto (uma voz) rumo ao milhão.
Eu já o fiz. Estas campanhas servem para pressionar quem manda e vivem da adesão popular.
Façam vocês também.

Porque o Altino Torres é homem de confiança e um colega que não questionamos em matéria de rigor, fica aqui reproduzido o seu post cujo título é o mesmo deste nosso plágio bem intencionado.
Pela urgência e pela causa, apelamos à boa vontade de quantos visitam este espaço.
E agora, mudando a página para assuntos realmente sérios e preocupantes, tenho uma coisa a partilhar com os meus queridos leitores e que me foi dita agora mesmo ao jantar pela Catarina, a minha mais velha que estuda na escola Secundária de Carvalhos, aqui em Gaia. Ela contou-nos ao jantar que a escola dela recebeu uma circular da vizinha Escola Secundária Almeida Garrett. Pedia ajuda para um aluno que padece de um mal realmente mau, que estas merdas dos futebóis e das politicas não têm comparação possível com males destes. O miúdo tem um tumor que só pode ser removido nos Estados Unidos, que lá é que estão os bons meios (ia dizer médicos mas isso não é assim tão líquido). E tem de ser já neste mês, senão pode ser tarde de mais. E pede ajuda, a circular. Os pais não têm dinheiro, é o que é, e pedem ajuda. Dinheiro. E constou-se que uma professora foi ontem ao Dragão e falou com os jogadores e eles ajudam. E nós? Será que nós somos capazes de ajudar? Acho que sim, carago. Eu, que sou um teso do caraças, e tenho filhos e contas a pagar vou ajudar. Você também pode ajudar. E não pense que é tanga, que eu estou a transmitir isto pela voz da minha Catarina que é um tesouro de menina.
Vá a esta página e verifique os contactos no rodapé, telefone para lá e pergunte. Mobilize-se e faça girar o mundo. Ajude um miúdo que não conhece e que tem um problema grave. Não é um comício, nem uma manif nem uma quermesse. É ajudar mesmo! Conto consigo?
Pelo segundo ano consecutivo, o Conselho Distrital de Lisboa (CDL) associa-se ao Conselho Português para os Refugiados (CPR) numa iniciativa de Solidariedade Social e Humanitária de ajuda a todos aqueles que procuram asilo em Portugal.
O CPR é uma Organização Não Governamental que tem como principal objectivo prestar apoio social e jurídico a requerentes de asilo e refugiados em Portugal
Em Março de 1999, o CPR inaugurou um Centro de Acolhimento na Bobadela, Loures com capacidade para 23 camas, onde recebe requerentes de asilo, proporcionando alojamento, alimentação, transporte e assistência médica a uma população muito carenciada.
O CDL apela a todos os Advogados que participem nesta iniciativa com um Gesto de Solidariedade Social e Humanitária através da oferta de:
Géneros alimentícios
leite, margarina, açúcar, óleo, conservas, arroz, massas, ...
Artigos de higiene
sabonetes, escovas e pastas dentífricas, shampôs,...
Livros e dicionários
para todas as idades e qualquer idioma
Vestuário
Masculino
Calçado
Masculino
Os donativos podem ser entregues de 27 a 31 de Março, das 9.30h às 12.30h e das 14.00h às 18.00h no CDL (Rua dos Anjos nº 79ª - R/C, em Lisboa)
Participe!
O CDL e o CPR agradecem o vosso gesto de solidariedade
(Enviado por Luisa Queiroz Nazareth)
Na origem do Proximizade esteve um impulso espontâneo de um grupo de pessoas que blogam, uma reacção a algo que nos incomoda porque está errado. E o que está errado é existir um mundo onde sofrem e morrem pessoas com a falta de coisas que a outras sobeja.
Equilibrar a parada é necessário e é urgente, para estancar o crescimento do fosso que separa dois mundos num só. O fosso que milhares de seres humanos tentam em vão transpor e que compete aos “deste lado” eliminar.
O futuro daquilo a que orgulhosamente chamamos Humanidade depende de nesse conceito existir apenas uma dimensão, aquela onde toda a gente dispõe do essencial para sobreviver e de uma hipótese séria de ser feliz.
Algo tem falhado no desenvolvimento mundial e cada vez mais existem dois pesos e duas medidas, um norte abastado e um sul miserável, crianças que atrofiam obesas e mimadas e crianças que definham esqueléticas e abandonadas.
A caridade já não basta. Mas ajuda a minimizar o problema, sobretudo se incidir na tal cana de pesca em vez da oferta do peixe que, quantas vezes, nem chega aos destinatários que dele mais precisam.
Por isso a nossa aposta inicial foi o apadrinhamento de crianças no continente onde mais se fazem sentir as carências. Criamos assim condições para que cada vez mais jovens desses locais deserdados pela História actual possam obter uma educação que lhes abra a porta a um futuro melhor. E entretanto escapam à fome que os mata aos milhões.
A verdade dói. E a única resposta possível é atacar o problema com frontalidade (sem meias tintas), com realismo (à medida do comodismo que nos caracteriza) e, sobretudo, com resultados concretos para medir (para contrariar a teoria estafada de que “não vale a pena”).
Vale a pena e a carta do nosso afilhado Luís Mafuta, que podem ver mais abaixo, é uma prova inegável do que se pode conseguir com uma verba irrisória e um esforço menor. É um facto e deveria servir de argumento para que cada um de vós sinta o apelo de se associar a exemplos assim.
No Proximizade estamos receptivos a todo o tipo de formas de intervenção que reúnam as condições acima, venham de quem vierem. Porque os resultados o justificam, porque devemos orgulhar-nos de fazermos a diferença. Porque sabe bem sentirmo-nos assim.
É possível e pode acontecer a partir de um simples blogue.
Ajudem-nos a multiplicar estes pequenos milagres, a estender uma mão amiga que leve a esperança a quem só resta o desespero ou a revolta quando basta um pouco de boa vontade para fazer sentir o impacto do Bem. É disso que se trata.
É uma opção inadiável. E acreditem: vale mesmo a pena!

Pela defesa dos Direitos das Crianças. A Plataforma Não ao Abuso Sexual
de Crianças apela ao Governo que crie um Gabinete de Crise na área da Protecção
das Crianças.
CLIQUE NESTE ESPAÇO. E contribua com a sua intervenção.
(Obrigado pela dica, amiga)
Uma amiga do Proximizade solicitou-nos que recordássemos o facto de ser simples ajudar qualquer organização de índole humanitária, sem qualquer encargo para quem apoia.
Basta não esquecer de na declaração para o IRS incluir o número de contribuinte da entidade que pretendemos beneficiar com o apoio do Estado, nomeadamente com uma percentagem do nosso IRS que vai direitinha à instituição visada. Ou seja, decidimos nós, contribuintes, a quem se destina tal verba em vez de confiarmos ao Estado esse critério.
Visite os sites das ONG já referenciadas pelo Proximizade (ver post anterior) ou obtenha o número de contribuinte de uma instituição da sua preferência.
Mais fácil e barato é impossível...
- Banco de Voluntariado de Portimão
- Banco de Voluntariado de Proença-a-Nova
- Banco de Voluntariado de Sta. Maria da Feira
- Banco Local de Voluntariado de Sintra
Numa primeira fase os interessados deverão inscrever-se junto da Divisão de Saúde e Acção Social da C.M. Sintra
Telefone: 21 920 60 20 e 21 923 60 08
E-mail: blvoluntariado@cm-sintra.pt.
- Banco de Voluntariado de Torres Novas
- Banco de Voluntariado de Trofa
- Banco de Voluntariado de Santo Tirso
Da Santa Casa da Misericórdia de Santo Tirso
Rua da Misericórdia,171
4780 Santo Tirso
Telefone: 252 808 260
Fax: 252 808 269
- Banco de Voluntariado de S. João da Pesqueira
Av. Marquês de Soveral
5130-321 S. João da Pesqueira
Telefone: 254 489 994
- Banco de Voluntariado de Tavira
Divisão de Assuntos Sociais da C.M.Tavira
Rua da Liberdade, Edifício Irene Rolo, 62
8800 Tavira
Telefone: 281 320 859
Fax: 281 322 888
E-mail:banco.voluntariado@-tavira.pt
- Banco de Voluntariado de Tomar
Praça da República
2300-550 Tomar
Telefone: 249 329 825
Fax: 249 329 807
- Banco de Voluntariado de Vila Nova de Gaia
Rua Álvares Cabral
4400-017 Vila Nova
Telefone: 223 742 915
Fax:223 742 917
E-mail:Asocial-saude@cm-gaia.pt
- Banco de Voluntariado de Idanha-A-Nova
A inscrição no Banco de Voluntariado pressupõe o preenchimento de um formulário e a realização de uma entrevista, a serem concretizados no Gabinete de Acção Social e Saúde da C.M. de Idanha-A-Nova. É possível fazer a pré-incrição on-line.
Largo Senhora do Rosário
6060-145 Idanha-A-Nova
Telefone:277 201 100
Fax: 277 201 101
e-mail:Gab_social_cmin@hotmail.com
- Banco de Voluntariado de Lisboa
C.M.Lisboa, em conjunto com com a Associação Coração Amarelo
Rua Projectada à Rua Sousa Lopes
Bairro do Rego (Zona A), Lote A 6, Loja 10
1600-879 Lisboa
Telefone : 217 931 759
Fax : 217 931 761
- Banco de Voluntariado da Lousã
Rua Dr. João Santos
3200-953 Lousã
Telefone:239 990 370
Fax: 239 990 379
e-mail: geral@cm-lousa.pt
- Casa do Voluntário da Madeira
Do Centro de Segurança Social da Madeira
Rua dos Barreiros, 26
9050-033 Funchal
Telefone: 291 281 938
e-mail:M.Carmo.Freitas@seg-social.pt
- Banco de Voluntariado de Moimenta da Beira
Largo Tabulado
3620 Moimenta da Beira
Telefone: 254 520 070
Fax. 254 520 071
e-mail: Madalena@cm-moimenta.pt
- Banco de Voluntariado de Nisa
- Banco de Voluntariado de Odivelas
2ª a 6ª, entre as 9h30 e as 17h00, na Divisão de Assuntos Sociais da C.M.Odivelas
Rua Laura Alves, nº 5, piso 1,
Odivelas
Telefone: 219 320 350/1/2/3/4/5
Fax: 219 331 386
E-mail: rede.social@cm-odivelas.pt
Site: http://www.cm-odivelas.pt/Site/CamaraMunicipal/ServicosEquipamentos/AssuntosSociais/banco_voluntariado/index.asp
- Bolsa de Voluntariado de Oeiras
Largo Marquês de Pombal
2780 Oeiras
Telefone: 214 408 504/4467570
Fax: 214 408 568
E-mail: das@cm-oeiras.pt
- Banco de Voluntariado de Portalegre
- Banco de Voluntariado de Ponte da Barca
Rua Conselheiro Rocha Peixoto
4980-626 Ponte da Barca
Telefone: 258 455 976
Fax.258 455 976
E-mail: voluntariado@cm-pontedabarca.pt
(continua)
Cerca de 30 autarquias do nosso país oferecem já aos seus municipes e instituições, um Banco Local de Voluntariado, estrutura cuja criação é apoiada desde o ano 2000 pelo Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado.
De acordo com a Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro, voluntário é: o indivíduo que de forma livre, desinteressada e responsável, se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar acções de voluntariado no âmbito de uma organização promotora.
Como prática e valor, o Voluntariado tem por base uma cultura de cidadania activa e solidária e é um contributo inestimável para o desenvolvimento social.
Assim, para todos os que estiverem interessados em ser voluntários, aqui deixamos a lista dos locais que conseguimos recolher (cuja primeira parte publicamos hoje, com continuação amanhã e conclusão no dia seguinte):
- Bolsa de Voluntariado de Arganil
Praça Simões Dias
3300 Arganil
Telefone: 235 200 177
Fax: 235 200 164
- Agência de Voluntariado Social do Barreiro
Rua Miguel Bombarda
2830-320 Barreiro
Telefone: 212 068 222
Fax: 21 206 82 22
e-mail:div.ass.sociais@iol.pt
- Banco de Voluntariado das Caldas da Rainha
- Banco de Voluntariado de Caminha
- Banco de Voluntariado de Cantanhede
Praça Marquês de Marialva
3060 Cantanhede
- Banco de Voluntariado de Cascais
Praça 5 de Outubro
2754-501 Cascais
Telefone: 214 825 000
Fax: 214 837 714
e-mail: Esmeralda.Ferreira@cm-cascais.pt
- Banco de Voluntariado de Castelo de Vide
Rua de Santo Amaro, 23/25
7320 Castelo de Vide
Telefone: 245 908 175
Fax: 245 908 176
e-mail: bancovoluntariado_ cv@hotmail.com
- Banco de Voluntariado de Coimbra
Praça 8 de Maio
3000-3000 Coimbra
Telefone: 239 828 220
Fax: 239 820 11
e-mail: geral@cm-coimbra.pt
- Banco de Voluntariado de Évora
- Bolsa de Voluntariado da Figueira da Foz
Av. Saraiva de Carvalho
3084-501 Figueira da Foz
Telefone: 233 403 316
Fax: 233 403 316
e-mail: bolsa.voluntariado@cm-figfoz.pt
(continua)

O Cartão Solidário é uma iniciativa conjunta da Acreditar -Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro, da APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, da Humanitas - Federação Portuguesa para a Deficiência Mental e da Liga Portuguesa Contra a Sida, para fazer face às dificuldades económicas na prossecução das suas missões sociais.
Os utilizadores do Cartão Solidário terão ofertas especiais entre os 5 % e os 50 % de desconto em compras nas empresas aderentes, sendo que 50 % desse desconto é directamente usufruído por si e os outros 50 % serão direccionados para uma conta conjunta das instituições.
É possível usá-lo na compra de serviços:
- na Affinis (50 % no preço de execução do orçamento e de 10 % no preço de mão de obra);
- Anjos da Noite (de 50 % na 1ª vez e de 20 % na 2ª em consultas de clínica geral. O mesmo se aplica a consultas de especialidade e assistência ao domicílio);
- Hotéis Tivoli (30 % sobre os preços de balcão referentes ao alojamento nos 12 hotéis que constituem a cadeia Tivoli);
- Oni Solidário Voz (Oferta de € 20 em chamadas telefónicas e sempre que fizer uma chamada telefónica através da Oni, está a contribuir para as 4 instituições de solidariedade com 1 % do valor da sua conta Oni solidário voz);
- Oni Solidário Net (Sempre que aceder à Internet através da Oni, está a contribuir para as 4 instituições de solidariedade com 5 % do valor da sua conta Oni solidário net).
Para aderir a este cartão é possível fazê-lo on-line ou nos seguintes locais:
- Amoreiras Shopping Center
- Oeiras Parque
- Odivelas Parque
- Continente da Amadora
- Continente do Seixal
- Braga Shopping
- Gaia Shopping
Para mais esclarecimentos, pode contactar-se:
Cartão Solidário
Calçada Marquês de Abrantes , nº 68 ,1200 -719 Lisboa
Linha de Apoio : 808 501 111
E-Mail: cartaosolidario@promosocial.com.pt
Site: www.solidario.com.pt

Balcão Único de Solidariedade Social (BUSS) é o nome de um portal especial "concebido a pensar na partilha de boas intenções e transformá-las em boas acções", bastando registar-se para poder ter gestos - eu apoio, eu dou, eu participo, eu preciso - neste "autocarro solidário".
O site promove a divulgação de actividades, campanhas e iniciativas relacionadas com instituições de solidariedade social, interligando o cidadão enquanto pessoa individual, associação ou empresa, à comunidade onde se insere, usando a internet como meio.
Este projecto, nascido em 2005, no âmbito do Programa Aveiro Digital, resulta de um consórcio constituído pela Associação Betel, Cáritas Diocesana de Aveiro, Delegação Aveirense da Cruz Vermelha Portuguesa, Obra da Providência, Centro Social Paroquial de Nossas Senhora de Fátima, o Agrupamento 588 do Corpo Nacional de Escutas (CNE), Rádio Terra Nova e empresa Senso Comum, que se empenha nos problemas sociais e culturais, entre outros, relacionados com as comunidades em que se inserem, nomeadamente Vagos, Aveiro, Gafanha da Nazaré, Nossa Senhora de Fátima e regiões circunvizinhas da capital do distrito.
Podem ser obtidas informações adicionais através dos seguintes endereços electrónicos :
- BETEL - Ponte de Vagos/ Sr. Juan Carlos Martins: juanc@iol.pt
- BETEL: tlagarto@terranova.pt

"Depois do Tsunami" é o nome da obra de Manuel Monteiro Grilo, agora editada pela "Verso da Kapa", com prefácio de Fernando Nobre, presidente da AMI.
Ao longo das suas 128 páginas, o autor revela o que aconteceu no Sri Lanka após a catástrofe em resultado da viagem que lá fez, logo após o tsunami, com o apoio da Fundação Oriente, onde durante dois meses ficou instalado num orfanato de rapazes liderado pelo frade franciscano Irmão Arul.
O livro relata e traduz em imagens a vida naquele lugar, onde as más condições conviviam com uma alegria difícil de descrever.
No âmbito deste lançamento, a editora antecipou parte das receitas da obra ao autor, para ainda este mês, juntamente com a AMI, regressar ao Sri Lanka para a inauguração de um dormitório que está a ser construído no orfanato, para todos os meninos acolhidos na sequência do tsunami e que, até agora, têm dormido num alpendre.

No âmbito do Rallye Lisboa/Dakar 2006, que decorre de 31 de Dezembro a 15 de Janeiro, partindo pela primeira vez de Lisboa, a RTP está a levar a cabo uma campanha de solidariedade, que termina já amanhã, para ajudar pessoas carenciadas do Sudão e Chade. O dinheiro angariado será entregue ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).
Para esta campanha, intitulada «Solidariedade África», é possível contribuir através de um simples telefonema pela rede fixa, para o 760 20 1234, pelo custo de 60 cêntimos + IVA, revertendo a totalidade do custo da chamada para o ACNUR ( 1 chamada = 1 donativo).
Também é possível fazer donativos por Transferência Bancária, para:
CGD - NIB: 0035 0044 00068225230 81
O ACNURN, de acordo com números deste ano, apoiou cerca de 20.000 refugiados sudaneses no Chade, oriundos da região do Darfur, e preparou o repatriamento de mais 500.000, sendo responsável por 12 campos de refugiados naquele país; contribuiu ainda para a reabilitação de hospitais, escolas e outras infra-estruturas.
Para saber mais, pode consultar esta notícia.
Em Timor-Leste, na zona de Ermera e concretamente, na aldeia de Riheu, está a crescer em cada dia a construção de uma Biblioteca que para prosseguir, precisa de livros e de apoios monetários.
Quem puder enviar livros, em correio económico internacional, ou algum donativo, pode fazê-lo para:
Acácio Guterres
Centro Cultural Português - Instituto Camões
Embaixada de Portugal em Díli
Avenida Presidente Nicolau Lobato
Díli, Timor-Leste
Quem quiser conhecer o nascimento desta ideia, por quem viveu e viu a obra crescer, pode fazê-lo no blogue Pantalassa.

A APPDA - Lisboa promove nesta quadra uma venda de Natal, com uma colecção de postais de Natal e um calendário para 2006 com 14 desenhos originais (no formato 14 x 20 cm).
Os postais são vendidos a 0,60 € a unidade, 2,50 € para a colecção de 5 e a colecção de 200 ou 500 postais custam, respectivamente, 100 e 250 euros.
O calendário tem o preço unitário de 6 euros mas uma colecção de dez, custa 55 euros.

Para portes de correio acresce a quantia de 3 €, aceitando a Associação encomendas pelo fax 21 3616259 ou pelo email info@appda-lisboa.org.pt
Foi-nos solicitada em comentário a divulgação de pedido de voluntários para o “SOS Voz Amiga”.
São necessários mais voluntários para permitir assegurar o atendimento durante as 24 horas do dia, “PORQUE O SOFRIMENTO NÃO TEM HORA”!
O que é o SOS Voz Amiga? Trata-se de uma linha telefónica de ajuda generalista, a primeira a ser criada em Portugal, há já 27 anos. Foi um serviço criado para intervir em situações agudas de sofrimento, frequentemente situações extremas de solidão, angústia, depressão ou risco de suicídio, que respeita, entre outros, os seguintes princípios:
- Disponibilidade, aceitação sem condições e respeito pelas diferenças das pessoas em sofrimento que telefonam (sem as tentar influenciar do ponto de vista religioso, político ou ideológico).
- Rigoroso anonimato (de quem telefona e de quem atende).
- Saber escutar, com atenção, compreensão e respeito.
- Criar uma relação de empatia.
Quem procura este apoio pode entre muitas situações:
- Partilhar os problemas com alguém desconhecido que não julga, mas ouve, e se sente, nesse momento, responsável pelo outro, devolvendo-lhe a confiança em si próprio.
- Encontrar pessoas que aceitam falar das ideias de morte, permitindo eventualmente afastar a ideia de suicídio.
Onde funciona o serviço? O serviço é prestado num local central de Lisboa e unica e exclusivamente através do telefone.
Quem presta ajuda? A ajuda é prestada por um conjunto de pessoas, mulheres e homens de todas as idades, crenças, estratos sociais, culturais, económicos ou profissionais que, sem qualquer remuneração, organizam-se e disciplinam-se para um trabalho especializado de relação de ajuda não profissional. Submetem-se a uma selecção e formação iniciais e recebem de forma continuada apoio e supervisão por técnicos da área da saúde mental.
O que se pede aos voluntários? Aquilo que é pedido a cada voluntário depois da formação, é um mínimo de três serviços por mês (cada turno tem a duração de quatro horas), não existindo turnos fixos já que cada voluntário pode escolher o turno e o dia que mais lhe convier. Também é suposto que os voluntários assistam a algumas das reuniões semanais, de trabalho e formação contínua, sendo um espaço em que o voluntário tem oportunidade de colocar os problemas sentidos durante o atendimento e de ser ajudado pelos técnicos e pelos colegas.
Os interessados deverão entrar em contacto com o Centro SOS Voz Amiga através do e-mail sosvozamiga@sapo.pt.
(A linha telefónica de atendimento para apoio às pessoas em dificuldades tem os números 800 20 26 69 e 213 544 545).
Recebemos por mail a notícia da edição deste original livro de receitas para crianças, publicado pela Editora Sopa de Letras para a Acreditar, instituição que já aqui apresentámos.
Trata-se de um livro - indicado para crianças dos 6 aos 14 anos, composto por 38 receitas, 21 jogos e passatempos e 12 histórias - que conta com a participação especial de algumas figuras públicas, nomeadamente: Alexandre Silva, Ana Brito e Cunha, Cláudia Semedo, Diogo Amaral, Filomena Cautela, Francisco Garcia, Hugo Sequeira, Inês Castel-Branco, José Avillez, Maria Duarte, Manuel Moreira, Nilton, Nuno Delgado, Pedro Reis, Ricardo Carriço, Rita Seguro, Rui Unas e Tiago Bettencourt.
Está à venda directamente na Acreditar (R. Prof.Lima Basto nº 73 em frente do IPO) ou nas livrarias, e pode ser uma óptima prenda de Natal. O preço é de 15 euros, valor que reverte na totalidade para a Acreditar. Diz quem nele escreveu:
“Foi um desafio, um privilégio e um prazer participar neste projecto desde o início.
Agora é a vossa vez de ajudar as crianças que precisam da ACREDITAR ou de Acreditar num futuro, no futuro que não consegui dar à minha filha.
Está tudo óptimo respondia frequentemente a minha filha Joana quando lhe telefonavam
Está tudo óptimo é uma historia inventada sobre a Joana e a Madalena no mundo da culinária.
Está tudo óptimo é uma pequena homenagem a todas as Joanas e Madalenas que já não estão fisicamente no nosso dia-a-dia.”
"Olá, P.
Recebi a sua ficha de apadrinhamento toda certinha e agradeço muito a sua contribuição para a BERTA.
[...] Aproveito para informar que o vosso blogue tem dado muito bons resultados.
Já temos mais 3 padrinhos [...].
Parabéns, muitos parabéns e obrigada,"
Teresa
Este é um mail que recebemos de responsável da APOIAR, instituição que promove o apadrinhamento de crianças em Mumemo, e que, naturalmente nos deixa muito satisfeitos e nos motiva a continuar este trabalho que tem vindo a dar frutos.
Ao fim de um mês de existência do Proximizade, são já 6 as crianças apadrinhadas: 1 em Chimpaca (Luís) e 5 em Mumemo (Berta, Minina e os três novos apadrinhamentos agora comunicados).
Custa pouco mudar a vida de algumas crianças carenciadas. Basta querermos. Obrigado aos nossos leitores que tomaram esta bela iniciativa.
Olá, Berta,
Somos os teus padrinhos, unidos sob um nome comum que é Proximizade, o que quer dizer qualquer coisa como Amigos Próximos!
Somos um conjunto de pessoas com vários rostos, vários nomes, diferentes idades. Alguns de nós têm filhos, uns da tua idade, outros mais velhos, outros mais novos. Nem todos nos conhecemos. Alguns de nós nunca se viram, nunca falaram, nunca se ouviram. Alguns de nós nunca rimos juntos, nem nunca chorámos juntos. Assim como tu: nós nunca te vimos, nunca te tocámos, nunca te pegámos ao colo, nunca te demos umas beijocas, nem um abraço ou um mimo, mas assumimos o compromisso de sermos teus padrinhos. Por isso te enviamos, com esta carta, lápis para que desenhes, escrevas, coles, pintes e sonhes, juntamente com as meninas e meninos que vivem contigo, em especial os teus irmãos.
Como nós somos muitos, não te mandamos uma fotografia nossa, mas pedimos-te que faças um desenho a pensar em nós e que peças à Irmã Susana para fazer o favor de nos enviar esse desenho, que vamos gostar muito de ver.
Contamos que recebas esta carta antes do Natal.
Nós, os teus padrinhos, desejamos-te saúde, amor e muitos sorrisos neste Natal.

"Todos juntos podemos fazer a diferença e ajudar os portugueses com carências alimentares neste Natal"...
Mais de 11 000 voluntários colaboram neste fim-de-semana (26 e 27 de Novembro) na recolha de alimentos, em 561 estabelecimentos comerciais localizados nas zonas de Aveiro, Abrantes, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Porto, Setúbal e S. Miguel, no que constitui mais uma oportunidade de expressão da solidariedade generosa com que os portugueses acolhem desde há 13 anos estas operações de recolha de alimentos.
"As carências alimentares com que se debatem muitos portugueses é um fenómeno típico das grandes aglomerações urbanas e tem tendência a agravar-se em períodos de abrandamento da actividade económica, como são os que se vivem actualmente. Estas carências podem ser eficazmente minoradas com o contributo individual - por pequeno que seja - de cada um de nós. Só é preciso combater a indiferença, pois todos juntos podemos representar muito."
Os bens alimentares recolhidos serão encaminhados para os armazéns dos 10 Bancos Alimentares Contra a Fome, onde se processará o respectivo armazenamento, sendo de seguida distribuídos localmente (a partir da próxima semana) a pessoas com carências alimentares comprovadas através de Instituições de Solidariedade Social previamente seleccionadas.
Para aderir a esta campanha basta aceitar um saco de plástico entregue pelos voluntários dos Bancos Alimentares Contra a Fome devidamente identificados (localizados à entrada de cada um dos estabelecimentos comerciais) e colocar no seu interior bens alimentares de preferência não perecíveis, tais como leite, conservas, azeite, açúcar, farinha, bolachas, massas, óleo.

Ser amigo é ser disponível. É estender a mão de forma desinteressada, dar o que se tem e se pode dividir por aqueles que não tenham. E que pode ser um afago ou um ombro. Ou uns poucos euros ou um quinhão de tempo que nos sobra. Ou até mesmo apenas um sorriso.
Ser amigo é ser uma pessoa melhor porque é deixar algo de nós nos outros, uma marca que até pode nem ser grande nem visível mas que sabemos que está lá. E que, estando lá, faz a diferença. Para aqueles que mais precisam.
A AMI precisa de amigos, o mundo precisa de pessoas melhores. O Proximizade gostaria de saber se você quer ser uma delas. Dê-nos conta disso!
Tornar-se Amigo da AMI é simples e descomplicado. É uma opção de relacionamento que permite fazer parte de uma cadeia de solidariedade
e que apenas implica fazer uma contribuição periódica em dinheiro. Uma contribuição fixada por cada amigo, quer em valor quer em periodicidade, que pode ser interrompida a qualquer momento e que, como todas as outras que a AMI recebe, serve para nos ajudar a ajudar pessoas no Mundo inteiro.
Mais que qualquer outra fonte de financiamento, a colaboração periódica dos Amigos da AMI permite-nos preparar as nossas missões com mais rigor e responder mais rapidamente em situações de emergência.
(...) "E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento
e compra. Louvado seja o Senhor! o que nunca tinha pensado comprar.
Mas a maior felicidade é a da gente pequena.
Naquela véspera santa
a sua comoção é tanta, tanta, tanta,
que nem dorme serena". (...)
(excerto de "Dia de Natal", António Gedeão)
Falta pouco mais de um mês para o Natal e todos aqueles que temos crianças em casa dispomos de um lote de brinquedos com os quais elas já não brincam, ansiando agora pela sua substituição pelos novos que já estão a delinear para a carta ao Pai Natal deste ano.
Mas também sabemos que esses mesmos brinquedos ainda podem merecer o sorriso rasgado de outra criança menos favorecida.
Assim, queremos pedir a vossa colaboração para nos indicarem quais os locais que na vossa região aceitam doação de brinquedos e desse modo podermos aqui disponilizar uma listagem de todo o país, actualizando periodicamente este post.

O Luís Bicho Mafuta tem 10 anos, 6 irmãos e uma irmã; o pai já faleceu e a mãe é camponesa. Vive em Chimpaca, gosta de jogar ao berlinde e futebol e estuda na 4ª classe, com média de 12 valores.
O Luís anda na escola graças ao programa de apadrinhamento para a educação promovido pela ONG - SOPRO. Até à data, tem conseguido ver os seus estudos custeados apenas porque existe uma boa gestão por parte da organização. É que nos apadrinhamentos acontece o mesmo que na adopção, indo a preferência geralmente ao encontro dos mais pequeninos. Como a propina destes é inferior à dos mais velhos, o colégio remete os excedentes para a educação dos meninos que não têm padrinhos.
Hoje o Luís já não precisa de recorrer ao que sobeja dos mais novos. Tem os seus próprios padrinhos aqui no Proximizade.
Agora faltam os outros meninos. Chimpaca tem muitos mais, à espera que uma mão amiga os ajude a começar a construir um futuro.

Foto aqui
Chimpaca localiza-se na proximidade da cidade da Beira, em Moçambique. Surge como alvo para a cooperação por ser uma aldeia pequena e bastante pobre, situada perto da escola Lassalista João XXIII, ligada a uma outra escola da mesma congregação existente em Barcelos, onde nasceu no ano de 1996 a SOPRO, uma ONG que será alvo de um próximo post aqui no Proximizade.
Um dos vários projectos a cargo da SOPRO é o apadrinhamento de crianças da aldeia de Chimpaca. O objectivo é criar condições para que a comunidade se possa ajudar a si própria, procurando evitar o surto de imigração rumo aos países ocidentais a que assistimos hoje em dia.
Ora, isto consegue-se pela educação, pela formação, pelos cuidados de saúde e pela criação de infra-estruturas básicas, que permitem ultrapassar a miséria e ir produzindo riqueza. Dado que 54% da população tem menos de 20 anos, é nos jovens que reside a esperança, daí que sejam os mais novos os que surgem como motor desta iniciativa.
Tal como sucede em Mumemo, o dinheiro enviado pelos padrinhos para Chimpaca é usado para custear a educação das crianças: 100 € anuais (dedutíveis no IRS) pagam o uniforme, o material escolar e o mínimo de uma refeição diária. Apenas a matrícula fica a cargo das próprias famílias, de modo a que incentivem e valorizem os estudos das crianças.
O Proximizade já se envolveu também neste projecto, e em breve teremos o gosto de vos apresentar mais um afilhado nosso.
Quem quiser colaborar pode solicitar as indicações necessárias para o apadrinhamento através do e-mail disponibilizado no site de Chimpaca.
Custa tão pouco fazer tanto…

Esta é a vista do bairro onde vive a Berta, em Mumemo, a cerca de 30 km de Maputo. As cheias que, em 2001 e 2002, afectaram Moçambique deixaram sem casa centenas de famílias, que procuraram abrigo no convento das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição. Estas não apenas as socorreram na altura, acolhendo os desalojados nas suas instalações, como foram muito mais longe, tendo criado um projecto ambicioso que se vem a desenvolver desde 2002 e deu origem a este Bairro 4 de Outubro. Aí vivem hoje cerca de 10 000 pessoas, que dispõem de apoio médico, creche, escola, um mercado onde podem encontrar víveres e vestuário, assim como um centro social e um centro de formação profissional.

Podem conhecer a história deste projecto de forte dinâmica no seu próprio site. http://mumemo.100free.com/. É possível encontrar também testemunhos a respeito de Mumemo na página da Caritas Moçambicana http://www.caritasmoz.co.mz/projectodomes.htm e no site da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, onde um pediatra que ali foi voluntário dá a conhecer a sua experiência http://www.nortemedico.pt/noticias/?file=noticias_txt&cod=18961.
O Proximizade irá publicar um historial sobre Mumemo, escrito pela própria dinamizadora do projecto.

Ser padrinho de uma das crianças de Mumemo significa contribuir com 130 euros anuais (dedutíveis no IRS), durante 5 anos, para custear os seus estudos e a alimentação. Várias pessoas se podem agrupar para, em conjunto, apadrinhar uma criança (podendo contar com o Proximizade para a criação e apoio desses grupos).
Os procedimentos necessários estão indicados aqui
http://mumemo.100free.com/apadrinhar.html . A entidade encarregada de todo o processo é a APOIAR, uma ONG portuguesa cuja acção não se esgota no projecto de Mumemo, como se pode verificar através do seu site e como será dado a conhecer em ocasião oportuna no Proximizade.

Fotos e gravura: APOIAR

Três anos. A nossa afilhada de Mumemo, em Moçambique.
Pequenos milagres acontecem todos os dias. E cada um de nós os pode despoletar, actuando.
Muitas são as formas de ajudar ao alcance de quem o deseja fazer. Do simples clique diário num site que se traduzirá em alimentos, protecção à infância, ajuda a mães e bebés necessitados, até à exigente tarefa de voluntariado, uma vasta gama de possibilidades se coloca a quem, como nós, pretende lutar contra a insensibilidade que procura invadir-nos e deixar-nos indiferentes.
O Proximizade, procurando fazer jus ao seu nome e aproximar-se, tanto quanto possível, daqueles que necessitam, não se querendo limitar a um donativo sem garantias de ir parar às mãos certas ou que não sabemos como será aplicado, decidiu eleger como primeira forma de intervenção o apadrinhamento de uma criança moçambicana.
Porque Moçambique é um dos países mais pobres do mundo. Porque laços seculares nos ligam ao povo moçambicano. Porque o apadrinhamento se integra num projecto que se norteia pela vontade não de colocar os peixes nas mãos de quem tem fome, mas antes de ensinar a pescar.