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junho 19, 2007

Se pretende integrar ou criar um grupo de voluntariado

O caminho mais rápido é ESTE.

janeiro 25, 2006

Ajudar a Liga Portuguesa dos Direitos do Animal

A Liga Portuguesa dos Direitos do Animal está a apelar à recolha de donativos para a instituição por via da declaração de IRS, através de um e-mail do seu coordenador, José Dias (jose.dias@lpda.pt).

Ao declarar os seus rendimentos nas finanças, é possível optar por contribuir para a Liga Portuguesa dos Direitos do Animal preenchendo o quadro 9 do anexo H, indicando o nome da instituição em "Denominação". Ao fazê-lo, está a contribuir com 0,5% do imposto total que o Estado liquidará, sem que esse valor fique retido no fisco.

A Liga Portuguesa dos Direitos do Animal (LPDA) é uma Associação de Utilidade pública, sem fins lucrativos, de âmbito nacional, fundada em 1981. Representa em Portugal o "Eurogroup For Animal Welfare" que, por sua vez, é também membro da "World Society for the Protection of Animals" (WSPA) para além de associada da "Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals" (RSPCA).

É ainda possível colaborar com a LPDA:

- fazendo donativos para o NIB: 0033.0000.50099468406.05 (Millennium BCP);

- tornando-se sócio, com a quota anual de 30 euros e usufruindo de benefícios nas clínicas veterinárias da LPDA, em Lisboa, Carcavelos e Vila Nova de Famalicão.

Contactos:
Sede - Lg. Girassol, Bl E2-Loja
Bairro da Torre
2775-663 Carcavelos
Tel/Fax: 21 457 84 13
E-mail: lpda@lpda.pt

Clínicas - Rua Sta. Clara, 133B
São Miguel das Encostas
2775-737 S. Domingos Rana
Tel: 21 453 61 15

Av. de Ceuta 53-B e 53-C
Lisboa
Tel.: 213 635 396

Rua das Vinhas, nº18
Vila Nova de Famalicão
Tel.: 252 310 361/2/3

janeiro 09, 2006

Sê Útil

O lema da Amici Boni Consilii (Amigos do Bom Conselho), mais conhecida por Obra ABC traduz a sua finalidade de "acolher e educar menores privados de meio familiar, para descobrir neles as suas aptidões e fazer deles pessoas realizadas, aptas a exercerem a sua vida na sociedade sob a ética cristã".

A Obra ABC não se limita a acolher os jovens que enfrentam carências ou dificuldades mas tenta incutir-lhes a responsabilidade de não desperdiçar a vida pela resignação.

Os jovens, provenientes de famílias problemáticas, são confiados à Obra ABC através das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens, da Segurança Social ou dos Tribunais de Família e Menores. O maior risco social determina a prioridade no acolhimento.

Com capacidade para receber 42 utentes, a Obra ABC realiza cursos de formação profissional mas garante também a posterior integração no mercado de trabalho ou o acesso aos estudos de cada um dos jovens cuidados por esta instituição.

A isto acresce a articulação com as famílias dos jovens, na procura conjunta de melhores condições sociais que permitam aos jovens o regresso aos seus lares.

A Obra ABC tem sede na Rua Dr. Ernesto da Fonseca, 232, em Rio Tinto, com o telefone 224893006 e o email obraabc@netcabo.pt.

janeiro 06, 2006

APLL - Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas

No tratamento das doenças oncológicas do sangue, toda a ajuda é preciosa.

Especialmente a sua.

O que você pode fazer pela APLL
A APLL - Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas pretende trabalhar para a melhoria da qualidade de vida dos doentes oncológicos com doenças de sangue e dos seus familiares, através do voluntariado especializado. Existem várias formas de ajudar a alcançar o nosso objectivo:

- tornando-se sócio da APLL - apenas € 5 por ano fazem muito por muita gente.
- sendo dador de sangue e/ou de medula óssea - é muito mais fácil ser dador de medula do que se julga.
- falar da nossa associação a amigos, conhecidos, familiares.

A missão da APLL
Os nossos objectivos podem ser enumerados da seguinte forma:

1º apoiar os doentes e os seus familiares;
2º organização de cursos de pós-graduação e congressos;
3º promover a formação de profissionais de saúde sob a forma de bolsas, estágios e participação em reuniões científicas;
4º divulgação junto do público e colaboração com instituições afins;
5º apoiar estudos de investigação científica e laboratorial.

Adopte o nosso projecto, colabore com a APLL. A sua ajuda é preciosa.

Para mais informações, visite-nos em http://www.apll.org

A APLL precisa de si.

janeiro 03, 2006

AMARA

A AMARA, Associação pela Dignidade na Vida e na Morte, é uma associação sem fins lucrativos, uma IPSS com fins de saúde, que se propõe contribuir para o acompanhamento dos pacientes terminais e das suas famílias de forma a proporcionar-lhes mais dignidade e serenidade na vida e na morte.

Desenvolve o seu trabalho em colaboração com a Associação Portuguesa de Familiares e Amigos dos Doentes de Alzheimer, a Associação Acreditar, a Escola Superior de Enfermagem Calouste Gulbenkian, a Associação Nacional dos Cuidados Paliativos e a International Association for Hospice and Palliative Care.

A AMARA ministra também formação destinada em primeiro lugar aos seus voluntários para que possam tornar-se assistentes, mas também a médicos, enfermeiras e outros profissionais de saúde ou quaisquer outras pessoas que o desejem, entendendo-a como uma das formas de realizar os seus objectivos globais.

É desejo desta associação poder implementar a criação de mais equipas de cuidados paliativos a domicílio e completar o seu serviço com uma linha de atendimento telefónico.

Quem precisar de acompanhamento pode solicitá-lo pelos seguintes meios:

Telefone: 916 162 911
Email: amara@amara-project.org

Com sede na Rua Alves Redol 4, 4°C, 2660-215 St° António dos Cavaleiros é possível conhecer melhor esta instituição no seu site.

Como participar

A primeira forma de contribuir e ajudar o trabalho da AMARA é fazer-se sócio, através do pagamento de uma jóia de 10 € e uma quota anual do mesmo valor, com direito a receber a newsletter trimestral da associação e a participar nas reuniões de associados que, para além de proporcionarem actividades de lazer estimulantes, servem de fórum para o intercâmbio de experiências e opiniões.

É também possível ajudar esta instituição através de donativos, acompanhados de formulário que é disponibilizado no site, para indicar o nome e motivo da transferência efectuada para:

BPI Conta: AMARA – Associação
N° Conta: 5-330.1014.000.001
NIB 001.000. 003.301.014.000.111

A inscrição num curso é ainda outra alternativa.

Finalmente, pode tornar-se voluntário para as áreas de gestão, angariação de fundos, organização de eventos, atendimento de linha SOS ou, colaborar como massagista, cabeleireiro ou manicura.

janeiro 02, 2006

Quer ser Porta-Voz de projectos solidários?

Rendille Mother and Child, Hyatt Moore, Quénia, óleo sobre tela, 37.5cm x42.5cm

A INDE, Organização Cooperativa para a Intercooperação e o Desenvolvimento, é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, criada em 1998, cujos objectivos são contribuir para que as pessoas, as comunidades e as instituições e/ou as associações que estas pessoas e comunidades constituem, possam reforçar as capacidades de decidir o seu modo de vida, possam garantir condições materiais para uma vida com dignidade, que lhe sejam garantidos os direitos fundamentais à democracia, à educação, à cultura, à influência nas transformações sociais, enfim, à participação nas diferentes esferas de actividade e no exercício de uma cidadania activa.

Para atingir estes objectivos, a INDE desenvolve programas de trabalho e parcerias assentes nas comunidades, nas colectividades criadas por elas, e nos territórios onde vivem, trabalhando a partir da sua sede em Lisboa, das suas delegações permamentes em Timor-Leste e na Guiné-Bissau, bem como nas delegações locais da Quinta dos Barros (em Lisboa) e de Odemira.

A INDE está a recrutar voluntários para serem seu Porta-voz e divulgar as suas actividades e projectos, na luta contra a pobreza e exclusão em Portugal e em Países do Sul, junto de escolas, de empresas ou junto de outra instituição que queira saber mais sobre o trabalho da organização, bem como para falar sobre temáticas específicas (tais como "A INDE e o Desenvolvimento Local" ou "A INDE no combate à Pobreza e Exclusão Social) ou apresentar casos de estudo (como por exemplo o Projecto das Rádios comunitárias em Timor-Leste).

Aderir a este projecto constitui uma oportunidade para dar um contributo em prol da luta contra a pobreza e a exclusão e conhecer "por dentro" o trabalho de uma ONG. Quem se quiser inscrever pode fazê-lo através do envio da ficha por correio para a INDE ou preenchendo um formulário no site www.inde.pt.

Para obter mais informações:
Av. Frei Miguel Contreiras, 54 - 3º
1700-213 Lisboa
Tel: 21 843 58 70
Fax: 21 843 58 71
E-mail: solidarios@inde.pt

dezembro 16, 2005

APPDA - Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo

A APPDA - Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo, foi criada em 1971 por um grupo de pais que não encontrava respostas educativas para os seus filhos, com a ideia inicial de criação de uma escola especial, acabando por ser a primeira associação a surgir em Portugal para atendimento a pessoas com autismo e, como tal, o membro mais antigo da Federação Portuguesa de Autismo.

Esta Instituição Particular de Solidariedade Social e ONG, sem fins lucrativos, é uma organização de pais e familiares de pessoas com autismo que é também membro da Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes, da International Association Autisme-Europe e da World Autism Organization.

A partir de 2002, passou a designar-se Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo e as delegações existentes passaram a denominar-se Associações Regionais: APPDA-Lisboa, APPDA-Norte, APPDA-Coimbra, APPDA-S.Miguel e Santa Maria (Açores) e APPDA-Viseu.

Na sede da APPDA-Lisboa encontra-se um Centro de Actividades Ocupacionais, a Escola de Educação Especial, 4 Centros Residenciais, o Pavilhão Ajudautismo, uma estufa e uma piscina terapêutica com cobertura. Dispõe também, no bairro do Zambujal, em S.Domingos de Rana, de um outro Centro Residencial (Rua do Moinho, 210/ 2785-697 S.Domingos de Rana Tel. 21 4538681).

Para fazer funcionar os seus centros e dar apoio às crianças com autismo que frequentam o ensino regular, a APPDA mantém acordos com o Ministério da Educação e com o Ministério do Trabalho e Segurança Social, para os jovens e adultos maiores de 18 anos.

A APPDA tem dois autocarros para o transporte dos seus alunos e um "minibus" para acompanhamento e apoio nas escolas assim como mantém uma consulta médica semanal de diagnóstico e aconselhamento, aberta à comunidade.

Quem quiser apoiar a APPDA - Lisboa pode, quando entregar a sua Declaração do IRS, no Modelo 3-Anexo II (Benefícios fiscais) consignar 0,5% do Imposto liquidado para benefício da APPDA-Lisboa, Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo (denominação), Instituição Particular de Solidariedade Social em Pessoa Colectiva de Utilidade Pública (Entidade beneficiária) NIPC 505713705 (de acordo com a Lei nº16/2001 de 22 de Junho) ou enviando um donativo para a Conta Donativo NIB - 0010 0000 23723600001 42 BPI.

Para melhor conhecer esta Associação é possível visitar o seu site, com link para a Federação Portuguesa de Autismo, ou contactá-la através do email info@appda-lisboa.org.pt , ou ainda para:

APPDA - Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo
Rua José Luis Garcia Rodrigues (Bairro Alto da Ajuda)
1300-565 Lisboa
Telefone: 213616250
Fax: 213616259

dezembro 09, 2005

Sociedade dos Artistas Deficientes Manuais

"Solidariedade - Não caridade" - A Associação dos Artistas que Pintam com a Boca e os Pés, criada em 1956, a festejar o seu 50º aniversário, apresenta, por via da Sociedade dos Artistas Deficientes Manuais, Limitada, uma colecção de Natal – compreendendo 1 calendário artístico, de secretária, 1 calendário de bolso, 2 anjos de Natal, 6 postais de Natal com envelopes e 6 cartões de prendas, todos com motivos pintados com a boca ou os pés – com o preço de apenas 9,90 €.

Todos os artistas da Associação aprenderam a pintar segurando o pincel com a boca ou entre os dedos dos pés por terem perdido o uso das mãos, devido a acidente, doença, ou no nascimento.

A instituição visa dar aos seus membros uma oportunidade de viverem independentes economicamente, comercializando as reproduções das suas pinturas em postais, calendários e outros artigos.

Os artistas que pintam com a boca e com o pé, pertencendo à instituição, orgulham-se de serem auto-suficientes, não necessitando viver da caridade, não obstante as suas sérias dificuldades físicas.

Outros artigos disponibilizados são, nomeadamente: (i) Caixa de Folhas de Carta (24 folhas e 16 envelopes), 12,50 €, (ii) 2 Blocos de Notas, com reproduções em 4 faces, 7,50 € e (iii) Caixa de Guardanapos (20 unidades), 9,50 €. Foi também colocado à venda o livro infantil: "O Vale Encantado do Velho Billy" (em capa dura), com ilustrações pintadas com a boca, pelo preço de 14,20 €.

Esta entidade pode ser contactada para a morada: R. Belchior de Matos, 5, r/c Dto., 2500 – 324 Caldas da Rainha (telefone 262 880 604).

dezembro 06, 2005

Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral - 45 anos pela Integração

Em 26 de Julho passado, a Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral completou 45 anos de existência, ao longo dos quais foi crescendo na disponibilização de apoio a crianças, jovens e adultos e, em última análise, às suas famílias, sendo a pioneira em Portugal na Reabilitação e Integração Social de pessoas com Paralisia Cerebral no âmbito da Educação, Segurança Social, Saúde, Habitação, Trabalho, Cultura, Recreação e Desporto.

Fundada em Lisboa por um grupo de pais e técnicos que sentiram as dificuldades de resposta a estas crianças e jovens, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, de e para pessoas com Deficiência, integrada por pessoas com Deficiência, Pais e Técnicos, desenvolvendo a sua acção em todo o território português, através dos seus Núcleos Regionais que são actualmente 13, situados em Viana do Castelo, Guimarães, Braga, Vila Real, Porto, Viseu, Coimbra, Leiria, Lisboa, Évora, Odemira, Faro e Madeira.

Os objectivos centram-se na promoção da Reabilitação e Integração da pessoa com Paralisia Cerebral, através do desenvolvimento máximo das suas potencialidades, defendendo e promovendo a sua realização afectiva e social.

Para melhor conhecer a realidade desta associação sugere-se a visita ao seu site em http://www.appc.pt ou o contacto para os seguintes emails : nrn@appc.pt ou info@appc-sul.rcts.pt.

Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral

novembro 29, 2005

Abraço

Abraço

A Abraço – Associação de Apoio a Pessoas com VIH/SIDA é uma ONG de prestação de serviços na área da SIDA que foi constituída por escritura pública em Junho de 1992, na sequência do trabalho que, desde Dezembro de 1991, vinha sendo desenvolvido por um conjunto de voluntários que prestavam apoio psicológico, social e material a seropositivos internados no Hospital Egas Moniz.

Os objectivos desta Associação centram-se no apoio às pessoas infectadas com a doença, dirigindo a sua acção para a luta contra a discriminação e pela defesa dos direitos das pessoas infectadas, a prevenção da infecção dirigida à população em geral através de campanhas de divulgação bem como contribuir para o treino e formação de trabalhadores e técnicos de saúde que laborem nesta área.

A sua actividade é essencialmente desenvolvida através de voluntários, apesar de possuir uma estrutura de suporte assalariada, e procura abarcar o território nacional através dos centros de trabalho de que dispõe em Lisboa, Porto e Funchal.

A Abraço tem ainda em fase de construção do seu novo site, mas pode ser contactada através do endereço electrónico abraco@netcabo.pt

novembro 28, 2005

Ajuda de Mãe

A Ajuda de Mãe é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), constituída como pessoa colectiva de utilidade pública sem fins lucrativos. Nasceu em 1991, tendo como finalidade contribuir para a cultura da vida humana, atendendo ao respeito e à dignidade pela mesma. Dirige-se à mulher grávida e puérpera e disponibiliza informação nas áreas da gravidez, sexualidade e planeamento familiar; dá apoio e acolhimento às grávidas; e ministra-lhes uma formação de modo a facilitar a sua reinserção social e profissional. Para isso conta com uma equipa multidisciplinar que intervém nos diferentes serviços promovidos pela instituição.

Recebe apoio do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e tem acordos de parceria com diversas instituições nomeadamente com o Banco Alimentar Contra a Fome, Centros de Saúde e Centros de Emprego.

Neste momento, receberam 12 camas para bebés, mas sem colchão. Estão, por isso, a necessitar de 12 colchões com 97x57x10 cm. A espessura não deverá ser inferior a 7 cm e a tela que forra o colchão deverá ser preferencialmente de tipo hospitalar. Mas aceitam todas as ofertas que forem feitas, nem que tenham de proceder a adaptações.

Na verdade, esta instituição recebe tudo, desde roupa de vestir a roupa de cama, até mesmo mobílias. É que, além das suas instalações, a Ajuda de Mãe tenta facilitar a vida das mães, ajudando-as com tudo o que for possível nas suas próprias casas.

Pode contactar a Ajuda de Mãe de segunda a sexta-feira, das 9:00 às 18:00, na Rua do Arco do Carvalhão, 282 – 1350-026 Lisboa (veja aqui onde fica), ou pelos telefones 213 827 850 e 917 464 008. Se não tiver transporte e tiver muito para dar, a Ajuda de Mãe tem carros próprios e pode fazer recolhas, se o volume assim o justificar.

Também pode ajudar tornando-se sócio ou voluntário.

novembro 25, 2005

Banco Alimentar Contra a Fome

Banco Alimentar Contra a Fome

"Todos juntos podemos fazer a diferença e ajudar os portugueses com carências alimentares neste Natal"...

Mais de 11 000 voluntários colaboram neste fim-de-semana (26 e 27 de Novembro) na recolha de alimentos, em 561 estabelecimentos comerciais localizados nas zonas de Aveiro, Abrantes, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Porto, Setúbal e S. Miguel, no que constitui mais uma oportunidade de expressão da solidariedade generosa com que os portugueses acolhem desde há 13 anos estas operações de recolha de alimentos.

"As carências alimentares com que se debatem muitos portugueses é um fenómeno típico das grandes aglomerações urbanas e tem tendência a agravar-se em períodos de abrandamento da actividade económica, como são os que se vivem actualmente. Estas carências podem ser eficazmente minoradas com o contributo individual - por pequeno que seja - de cada um de nós. Só é preciso combater a indiferença, pois todos juntos podemos representar muito."

Os bens alimentares recolhidos serão encaminhados para os armazéns dos 10 Bancos Alimentares Contra a Fome, onde se processará o respectivo armazenamento, sendo de seguida distribuídos localmente (a partir da próxima semana) a pessoas com carências alimentares comprovadas através de Instituições de Solidariedade Social previamente seleccionadas.

Para aderir a esta campanha basta aceitar um saco de plástico entregue pelos voluntários dos Bancos Alimentares Contra a Fome devidamente identificados (localizados à entrada de cada um dos estabelecimentos comerciais) e colocar no seu interior bens alimentares de preferência não perecíveis, tais como leite, conservas, azeite, açúcar, farinha, bolachas, massas, óleo.

novembro 21, 2005

Acreditar

AcreditarTratar a criança com cancro e não só o cancro na criança.

Porque a esperança deve ser fomentada.

Porque vale a pena acreditar que as crianças, mesmo padecendo de cancro, podem e devem sorrir, brincar, aprender e estar ao lado daqueles que amam.

Esta é mais uma das instituições de que o Proximizade se irá ocupar nas próximas semanas. Fique desde já a conhecer, a saber como pode ajudar e como contactar a Acreditar.

Campanhas AMI

A AMI organiza todos os anos diversas campanhas de angariação de donativos, incluindo campanhas institucionais ou em parceria com empresas privadas. Veja no que pode colaborar:

Campanha Institucional - Campanhas de sensibilização.

Peditório - Anualmente, durante 4 dias voluntários da AMI estão espalhados por muitas cidades e vilas do País.

Campanha Porta Amiga - A AMI lançou uma campanha para angariação de fundos para os Centros Porta Amiga.

Kit Salva-Livros: O produto solidário - indispensável para o regresso às aulas. Ao adquirir o Kit Salva-Livros está a contribuir para o financiamento das acções da AMI. Disponível em todas as lojas Auchan (Pão de Açúcar e Jumbo).

Legados Testamentários - Ultimamente, a AMI tem vindo a registar um acréscimo de legados testamentários de cidadãos. Uma prova de confiança que a AMI muito agradece!

novembro 17, 2005

AMI

A AMI é uma instituição humanitária portuguesa não governamental, com estatuto jurídico de Fundação, sem fins lucrativos, cuja criação, em 5 de Dezembro de 1984, se inspirou nos “Médecins Sans Frontières”, reunindo médicos, profissionais de saúde e outros voluntários, baseando a sua rápida acção em situações de crise e emergência na independência, neutralidade e integridade.

Tem como objectivo essencial levar uma mensagem e uma acção humanística concreta no terreno, a qualquer canto do mundo, tendo em mente unicamente duas preocupações: prestar ajuda e alertar consciências – contra a intolerância e contra a indiferença – lutando contra a pobreza, a exclusão social, o subdesenvolvimento, a fome e as sequelas da guerra, em qualquer parte do mundo.

A sua missão baseia-se em três pilares fundamentais de intervenção:

1º - intervenção externa a nível internacional em situações de extrema urgência, em missões de desenvolvimento a médio e longo prazo, ou financiando projectos sociais e na área da saúde - intervindo nas grandes catástrofes mundiais, participando no reforço da paz e da segurança, na erradicação da pobreza e na promoção do desenvolvimento humano; a sua acção em mais de 50 países de todos os continentes contribui para a dignificação de Portugal no mundo;

2º - desde 1994, acção interna, através do projecto “Porta Amiga” com uma alargada rede de 10 centros sociais de apoio à população em situação económica vulnerável, apoiando os sem abrigo, idosos e imigrantes em Gaia, Porto, Coimbra, Lisboa, Almada, Cascais e Funchal; para além de ter a funcionar “Abrigos nocturnos” em Lisboa e Porto;

3º - missão de “alertar consciências”, interpelando os órgãos de decisão política e os cidadãos para temas fundamentais para a humanidade, com destaque para o Prémio AMI – “Jornalismo Contra a Indiferença” e o Prémio AMI Saúde – Doenças Infecciosas e Parasitárias”.

Para desenvolvimento da sua acção, a AMI conta com mais de 150 funcionários e quase 2000 voluntários prontos a partir em missões internacionais. Para além da sede em Lisboa, tem 6 Delegações (4 em Portugal – Porto, Coimbra, Funchal e ilha Terceira –, uma em Angola e outra na Austrália) e diversos núcleos em todo o país.

Dispõe de um orçamento anual superior a 6 milhões de euros, proveniente de financiamentos públicos, nomeadamente de organismos internacionais (cerca de 30 %) e de financiamentos privados (no total de cerca de 70 %) com origem em donativos em dinheiro e de bens e serviços, por particulares, empresas, cartão de saúde AMI e merchandising.

Desde 1987, afectou mais de 30 milhões de euros a missões internacionais (40 %) e acção social em Portugal (40%), afectando ainda 10% a custos estruturais e mantendo 10% em reservas.

novembro 15, 2005

"SOPRO"

SOPROO projecto de Chimpaca é, como dissemos, apoiado pela SOPRO – Solidariedade e Promoção, uma organização para o desenvolvimento humano e a cooperação, sem fins lucrativos, criada em Setembro de 1996, e membro da Plataforma Nacional das Organizações Não Governamentais Portuguesas para o Desenvolvimento desde Janeiro de 2002.

Nasceu como uma iniciativa de pessoas preocupadas com os problemas da pobreza, que já antes tinham colaborado em acções sócio-caritativas do Colégio La Salle; é actualmente constituída por mais de 700 sócios colaboradores.

Para além do papel social activo no Apoio Local (centrado na sua área de origem, Barcelos), a SOPRO está vocacionada para a ajuda aos povos de Países em Desenvolvimento, concentrando-se em acções (projectos), inicialmente em Moçambique (nomeadamente por via do apadrinhamento de crianças em Chimpaca), iniciando actualmente a planificação de outros projectos em zonas pobres do Brasil.

A SOPRO depende do voluntariado de jovens e adultos que dedicam parte do seu tempo semanal e de férias de Verão na prestação de serviço social, provindo os fundos da Associação fundamentalmente de donativos de pessoas particulares e colectivas, com o intuito de que sejam concretizadas as acções solidárias junto das pessoas mais carenciadas, vítimas de injustiça social e de pobreza.

A quota anual de sócio é de 10 euros; o apadrinhamento na Escola da Beira tem um valor de 30 euros; o apadrinhamento em Chimpaca corresponde a 100 euros anuais.

Mas é também possível ajudar, divulgando o trabalho da SOPRO, actuando como voluntário, enviando material escolar (livros didácticos – de todas as disciplinas, excepto História de Portugal –, cadernos, lápis, borrachas, afia-lápis, giz, esferográficas, réguas, esquadros, compassos, colas, lápis de cor, marcadores, jogos pedagógicos, dicionários e gramáticas de português…).

No plano de actividades para 2005/2006, destacam-se a campanha de padrinhos na Escola da Beira, as Bolsas de Chimpaca e o envio de livros para Países em Desenvolvimento.

A nível local são também desenvolvidos, entre outros, projectos de apoio educativo a crianças e jovens de risco, apoio alimentar e de vestuário.

novembro 09, 2005

APOIAR - Testemunho na Primeira Pessoa

Os apadrinhamentos em Mumemo estão a cargo da APOIAR – Associação Portuguesa de Apoio a África, “uma associação humanitária, sem fins lucrativos, constituída em 1995, cujo principal objectivo é colaborar no desenvolvimento dos países africanos de expressão portuguesa, através da formação”, acreditando que “a educação e o acesso à informação ajudarão a romper com o «ciclo de pobreza»”.

Ninguém melhor para nos apresentar este projecto do que a sua principal mentora, Teresa Schmidt.

“Em 1995 fui com uma amiga e um filho, pela primeira vez, a Moçambique. A Paz tinha sido assinada em 1992 e o país estava ainda num profundo caos e miséria. Com a ajuda de um amigo que conhecemos lá, corremos o país quase todo, pois a nossa vontade era saber junto da população onde poderíamos ser úteis. Na altura foi considerada uma verdadeira aventura, havia minas por todo o lado e muita, muita pobreza. Mas nós não sabíamos nada e principalmente não estávamos preparados para o que vimos! O choque emocional mudou a nossa vida e gerou um sentimento tão forte que nos atirou de imediato ao trabalho! Era impossível voltar para Portugal e ser feliz – tínhamos que agir, dentro dos nossos limites fazer o possível para ajudar.

Por todo o lado tinham-nos pedido educação, pois a língua comum ajudava – cursos rápidos que pudessem ajudar os jovens a ter um futuro. Na altura só havia uma única universidade no Maputo e era muito difícil e caro entrar – o que levava os jovens ao desespero, depois de terem feito um enorme esforço de estudarem até ao 12º ano num país em guerra. Pediram-nos computadores! Num país que na altura era o 5º mais pobre do mundo! Era impensável!

E assim começámos: levávamos os computadores daqui, montávamos centros de informática com UPS, geradores, 6 computadores, impressoras e ficávamos lá durante 2 a 3 meses, em aulas intensivas, a formar formadores. Os CD’s de Geografia, História universal, etc. eram um factor muito importante para os professores que não tinham acesso a livros... quanto mais os alunos. Fizemos 11 centros espalhados pelas capitais do país, que hoje continuam a trabalhar e ganhar dinheiro. Entretanto fomos melhorando as máquinas e hoje são tudo multimedia. Muitos de parceria com as Irmãs Franciscanas, as mesmas do Mumemo.

Em 1997, estando nós a dar aulas no Xai Xai, conhecemos uma irmã dominicana que tomava conta de miúdos da rua e tentava ensinar-lhes letras e números que desenhavam com um pau no chão. Com a ajuda de empresas e principalmente de pessoas que se interessaram pelo projecto, alugámos as primeiras duas salas e instalámos a 1ª escolinha. Em 2000 tudo ficou arrasado e foi preciso recomeçar de novo noutro local. Hoje a Escolinha do André [assim se chama a escola] tem 160 crianças que estudam da infantil à 5ª classe, comem 2 refeições, brincam, aprendem cestaria, corte e costura, machamba (horta), informática e são felizes! Fazem muito barulho e asneiras como as nossas crianças quando são felizes! Temos também 60 adultos na alfabetização e senhoras na costura.

Esta escola é totalmente suportada pelos padrinhos e madrinhas e alguns beneméritos. Estamos neste momento a fazer casas para estas crianças que vivem em situações deploráveis – já se conseguiram 15!

Com a experiência adquirida no Xai Xai e a pedido da Irmã Susana, de quem somos amigos há 10 anos, começámos este ano com a creche do Mumemo. Logo que Mumemo esteja todo apadrinhado iremos para o Gurué, nas plantações de chá no meio das montanhas.”